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Editorial

Transparência e Avanços
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Nesta edição do Jornal Psi - a segunda veiculada pela gestão 2010/2013 - podemos acompanhar a intensificação das estratégias de comunicação do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo. Estratégias que visam aprimorar a transparência da gestão, o compartilhamento de ações e de reflexões sobre o fazer do psicólogo nos vários contextos do exercício profissional.

Um dos aspectos deste aprimoramento está relacionado ao princípio da transparência: apresentamos o planejamento estratégico realizado para o triênio, comprometendo-nos ainda mais com a efetivação das proposições do VII Congresso Nacional de Psicologia, instância máxima de deliberação sobre o exercício profissional. Apresentamos ainda o planejamento administrativo realizado entre conselheiros e trabalhadores desta autarquia, compartilhando com a categoria as iniciativas de melhoria de infraestrutura do CRP SP. Ainda em consonância com o princípio da transparência, publicamos a prestação de contas relativa ao ano de 2010, na qual psicólogas e psicólogos podem monitorar a movimentação do patrimônio gerido pelo CRP SP, compreendendo melhor quais têm sido as ações desenvolvidas em benefício da categoria e da sociedade.

Outro aspecto relativo à comunicação refere-se ao compartilhamento do cotidiano de trabalho de psicólogas e psicólogos em diferentes contextos. Nesta edição discutimos as possibilidades de trabalho no NASF. Não se trata de expor com ares de curiosidade as atividades realizadas em uma área da Psicologia, tampouco se trata de julgar as motivações e ações de nossos colegas e nossas colegas. Procuramos, com esta inovação, trazer a realidade dos contextos de trabalho, elementos das realidades locais, as discussões teóricas e técnicas que dele derivam, bem como os posicionamentos da Psicologia, que visam sempre colaborar com a oferta de serviços adequados e efetivos à população. Desse modo, ao discutirmos um modo de fazer Psicologia, evidenciamos a diversidade de possibilidades que nossa profissão proporciona, bem como a criatividade, o compromisso e os dilemas vividos diariamente por nossos colegas. Tal compartilhamento possibilita a cada um e a cada uma de nós a reflexão sobre a própria prática e o aprimoramento da oferta de serviços.

Como fazemos costumeiramente, são também apresentadas discussões sobre temáticas e áreas de inserção da Psicologia. Com isso, assuntos, abordagens e tecnologias ganham visibilidade, muitas vezes evidenciando práticas de nossa profissão pouco conhecidas ou sequer discutidas. Ganhamos todos e todas com isto, afinal, o que está em debate é a própria profissão em suas inúmeras e ricas facetas. Não cabe mais entendermos os diferentes fazeres de nossa profissão como áreas estagnadas, fragmentadas e sem comunicação. As atividades de nossos colegas e nossas colegas nas Varas de Família põem em discussão também a avaliação psicológica, todos os trabalhos em interface com a Justiça, o atendimento à infância, etc. Mais uma vez, é a profissão que, diante de suas próprias contradições e dos desafios colocados a partir da realidade concreta, avança de fato em suas contribuições para a população.

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DE SÃO PAULO - Gestão 2010 - 2013


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