ano 17 ? número 124 / 125 ? setembro / outubro / novembro / dezembro 2000.
Editorial
Cartas
Administração Anuidade do CRP SP sofre reajuste abaixo da inflação.
Evento A repercussão da 1ª Mostra Nacional de Práticas em Psicologia.
Celebração Festa Diversidade foi ponto alto da Mostra.
Trabalhos Projetos que representaram SP na Mostra.
Exposição Os vencedores do 2º Prêmio Arthur Bispo do Rosário e do 1º Concurso Palavras&Imagens.
Mobilização O lançamento da Campanha Contra a Redução da Idade Penal.
Comportamento É cada vez mais difícil delimitar onde termina o espaço público e começa a privacidade.
Tecnologia Mapeamento genético, câmeras de segurança etc.
Mídia Exposição da privacidade vira show de TV.
Serviço Um guia sobre a invasão da vida privada.
Diálogos Clotilde Rossetti narra sua trajetória voltada à pesquisa sobre desenvolvimento humano.
Informática Orientação e psicoterapia pela Internet: qual a diferença?
Notas
Livros
Orientação A questão do sigilo profissional do psicólogo.
Expediente |
Verve
?Vivemos o fim da reverência à privacidade, fenômeno da era da informação, reforçado pela falta de interesse pela coisa pública.? Gilberto Dimenstein, FSP, 06/08/2000.
?Apesar do nome ?reality-shows?, esses programas nada têm a ver com a realidade. São encenações manipuladas pela fantástica capacidade da TV de converter qualquer coisa, inclusive a fantasia, em verdade.? Alberto Dines, Observatório da Imprensa, 25/08/2000.
?Numa sociedade em que os bens produzidos não estão em igual alcance para todos e que a cada dia se acirra a miséria econômica e social, é natural que a figura do outro apareça como um inimigo, como aquele que, como na horda primitiva, pode comer o alimento que serviria para mim.? Paulo Denisar Fraga, psicólogo, FSP, 03/09/2000.
?Acho que fui mais transparente que os outros e por isso fui tachada de antipática.? Andréa, participante do programa ?No Limite?, DP, 22/09/2000.
?Em programas assim, espectadores rompem um limite: o limite epistemológico que costuma separá-los do lado de lá do mundo das representações. Cidadãos-atores-personagens como que entram na tela para interpretar seus dramas pessoais em cadeia nacional.? Esther Hambúrguer, antropóloga, sobre o programa ?No Limite?, FSP, 03/09/2000.
|