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IV Prêmio Arthur Bispo do Rosário |
Nome: O Bispo Autores: Wagner de Souza Prado, Rosângela Aparecida da Silva, Roseli Maria dos Santos, Carlos Alberto Faustino e Jaime Rocha |
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IV Prêmio Arthur Bispo do Rosário |
Nome: Sofá de garrafas pet Autor: Claudio Bueno Condemar |
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IV Prêmio Arthur Bispo do Rosário |
Nome: Três pinguins Autor: Sonia Regina Teixeira |
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IV Prêmio Arthur Bispo do Rosário |
Nome: Teatro sinistro Autor: Edson Muniz dos Santos Filho |
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IV Prêmio Arthur Bispo do Rosário |
Nome: Meditando Autor: Marcos Hideki Assao |
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IV Prêmio Arthur Bispo do Rosário |
Nome: Mergulho da Alma Autor: José Carlos da Silva |
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IV Prêmio Arthur Bispo do Rosário |
Nome: Compaixão HQ Autor: Dorivam Moraes Andrade |
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IV Prêmio Arthur Bispo do Rosário |
Nome: Solidão Autor: Maria Inez Braga |
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IV Prêmio Arthur Bispo do Rosário |
Eu... Indiscutivelmente eu Inalterado... Tal qual resultei... Invariavelmente eu... Uma somatória inexata, Das soluções praticas, Da mente doentia... Puro barro fundido, A imagem verdadeira, Do maior langor, A deriva de mim mesmo. Imperfeito.... Improdutivamente eu Na minha mente tudo patina, Nada se desenvolve, Tudo morre... O cair retumbante. Imperceptivamente eu Eu..., eu..., eu... O centro do universo do meu perceber. Circulantes na esfera |
O imponderável. O irreprimível. Desconjurado. Traga a mim... Eu, pois bem... Assim se fez, como bem o quis. Eu, nas inquietações: onde as perturbações causam caos no inverídico. Indo além.... Indo ai.... Morrendo. Horrendo. Irresponsavelmente eu. Nos confins, perdendo-se, embreando-se, fazendo parte. Eu... eu... eu... Nas andanças, em todos os cansaços, nas desavenças, no submundo, no precipitar. Eu, no continente perdido, no hemisfério direito, na transversal. Sim... eu... somente eu... Tão somente eu. Imbuído de um espírito a profanar, de uma inquietude geral, de uma alma vã, De uma cobiça desmedida: no centro.
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IV Prêmio Arthur Bispo do Rosário |
Eu; tal qual fui designado: o predestinado. Eu na algibeira do desconhecido, no desconhecido, Desconhecido para mim. No limiar do que é impossível, impraticável, na periferia de mim mesmo. Eu... nadando contra a correnteza. Indefectivelmente eu. Nas correntes que me prendem ao destino desfraldado, Como um mar coeso, diante de meus olhos. No vórtice de todo o universo, No momento culminante, no instante preciso, no formato ideal: Porém morto... Moribundo... Vacilante... Ressequido por dentro, vazio, todo vácuo e inércia, Inerte: no fim do mundo, miniatura de mim, dentro de mim até o infinito finito. O tédio acalentado, todas as coisas feitas, os problemas solucionados, As equações resolvidas, os mistérios desvendados: o fim; eu, Deus... Não, apenas o fole, eu...
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Sabes o que queres!? Na imensidão do mundo, Na confluência das possibilidades, Que ramifica em desejos desconhecidos. Sabes o que queres!? Se o mundo é tão grande e expansivo, Se as probabilidades são infinitas, E se o seu ser não está bem estabelecido, Se não assenta em vocações reais! Sabes o que queres!? Se a imaginação corre solta, e não tem freios. Se as miragens assomam na sua frente. Se elas lhe dão a ilusão do fantástico, Do impossível. Podes ao menos saber!? No vendaval de pensamentos ondulantes, Nas idéias que são ideais desfeitos ao vento, Nas intransigências do ser. Sabes por acaso!? Atingir o ponto exato onde mora o seu eu.
Aparecido Cesar Joaquim Malardo | |
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IV Prêmio Arthur Bispo do Rosário |
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Palavras ao Vento
As flores nunca se estressam. As pétalas ao vento caem no chão O vento bate suave. Já esteve bem dentro do meu coração Chuva que molha meu peito. Lágrimas sentidas de algum animal Portas que batem. Abrem e se fecham. Com o sopro do mar Aves que voam tranquilas. O ar que respiram é o mesmo que as alçam. Ou não? Vida dinâmica. Não dorme, nem para as sementes que morrem, germinam o pão
José Benedito da Silva (Kalazan) |
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IV Prêmio Arthur Bispo do Rosário |
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Máscaras (À artista plástica Rose Souto Maior e à Dra.Mitsi Virgínia R. do Nascimento)
Corto o meu rosto não qu'eu esteja cansado de vê-lo, no mesmo espelho não qu'eu me perturbe com as velhas rugas não, o que me incomoda são as máscaras sobrepostas a formarem inexplicavelmente eu.
Juventino José Galhardo Júnior
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